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Trabalho de segurança em máquinas agora se volta aos curtumes
 
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Há cinco anos a Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores de Couro, Calçados e Afins - Abrameq – através da parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados - Abicalçados - tem atuado na busca de medidas que reduzam os riscos de acidentes na indústria calçadista. O trabalho é desenvolvido com a participação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego/RS. Resultado deste trabalho, em agosto de 2008, foi oficializada a criação do grupo tripartite que tem a tarefa de redigir o projeto de revisão da Norma Regulamentadora nº 12 no que diz respeito à segurança em máquinas para calçados.
Entre as ações, destaca-se o Programa de Qualificação para a Produtividade e Segurança na Indústria Coureiro-Calçadista, em uma parceria com o Sebrae. Os fabricantes de máquinas passaram a levar aos principais pólos de produção de couros e calçados do Brasil informações sobre gestão de processos, tecnologia de produto, manutenção e segurança nas operações de máquinas, através do projeto Abrameq Tecnologia. No âmbito do Projeto Máquinas By Brasil, em parceria com a Apex-Brasil, estes conhecimentos também estão sendo levados a outros países latino-americanos, através de jornadas técnicas. A experiência acumulada nas etapas do projeto Abrameq Tecnologia permitiu a elaboração de uma cartilha, realizada com o apoio do Sebrae, que trata da gestão de processos na indústria calçadista, da manutenção preventiva de máquinas e principalmente orienta em relação à segurança do trabalhador.
Em outubro de 2009, o trabalho da abrameq com foco na segurança do trabalhador ganhou uma nova etapa, com o início das atividades na área do couro. Foi criado o Grupo de Trabalho de Segurança em Máquinas para Curtumes. Em uma primeira reunião, foi apresentado aos fabricantes de máquinas para couro o que já está sendo feito na área do calçado. No segundo encontro, foram identificadas as seis máquinas nas quais existe o maior risco de acidentes. As análises apontaram como prioridades a descarnadeira, lixadeira, enxugadeira/estiradeira, rebaixadeiras, prensas hidraulicas e secador à vacuo para 1/2 couro e couro inteiro.
O consultor Eduardo Michelon observa que “o aprendizado decorrente do trabalho realizado com os fabricantes de máquinas para calçados vai garantir um desempenho otimizado nessa ação que se inicia, uma vez que já são mais de três anos de experiência acumulada pelo grupo”. No entanto, destaca que “o trabalho no segmento de máquinas para curtumes tem características distintas do segmento de calçados, em especial pelo nível diferenciado de risco potencial envolvido nas suas operações”. Outro aprendizado importante com o trabalho realizado com as máquinas para o calçado foi a acesso a normas européias tipo C relativas à segurança de máquinas utilizadas pela indústria do couro. Michelon sublinha que “isto vai acelerar a etapa do desenvolvimento de soluções de segurança que podem ser adotadas nas máquina e equipamentos. Estas normas, já amplamente utilizadas no mercado europeu, trazem em seu escopo, quais os dispositivos mínimos de segurança que a máquina deve ter, para serem comercializadas junto a comunidade européia, e isto pode ser adotado aqui no Brasil, fazendo com isto que o tempo dispendido na procura de soluções seja sensivelmente diminuído”.



15/6/2010